sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Primeiras câmeras de videomonitoramento são instaladas para testes em Parnamirim

Quatro câmeras de videomonitoramento inteligente estão sendo instaladas nesta semana, no Parque Aluízio Alves, bairro Cohabinal, pela Prefeitura de Parnamirim, por meio do Grupo de Ciência e Tecnologia da Informação – GCTI.

De acordo com Dario Medeiros, Secretário Adjunto do GCTI, o teste de homologação irá conferir o funcionamento dos quatro modelos de câmeras de alta tecnologia adquiridas pela Prefeitura para conferir maior segurança aos cidadãos e melhorar a comunicação entre as secretarias e órgãos municipais, já que o projeto contempla a expansão da rede própria de fibra ótica.

Dezoito dessas câmeras, de um total de 79, serão instaladas a partir de novembro, na primeira fase do projeto, que cobre uma área que vai da Avenida Tenente Medeiros, no bairro Centro, até à sede da Secretaria Municipal de Segurança, Defesa Social e Mobilidade Urbana – SESDEM, em Santos Reis.

Os  quatro modelos de câmeras que estão sendo testados incluem a tipo dome externa, que fica girando em 360 graus, as tipo externa com foco fixo e variável e, as tipo dome internas. A central de videomonitoramento funcionará na Escola Municipal Ivanira de Vasconcelos Paizinho, na Cohabinal.

Prefeitura de Parnamirim

Porto de Natal bate recorde mundial no embarque de contêineres refrigerados

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O Porto de Natal alcançou, no dia 8 de outubro de 2018, o recorde mundial no embarque de contêineres refrigerados. Naquela segunda-feira, o navio CMA-CGM Saint Laurent deixou o Porto de Natal com destino a Europa, levando 479 contêineres com melão, melancia, manga e pescados.

O recorde anterior, que também pertencia à empresa francesa CMA-CGM, era de 474 contêineres. O grupo opera em todos os mares do mundo através de mais de 200 linhas e está presente em cerca de 420 dos 521 portos comerciais do planeta.

Fernando Dinoá, diretor-presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), que administra o Porto de Natal, comemorou a conquista. “Temos conseguido atender a demanda dos nossos clientes, superando os desafios e mostrando que é possível crescer na crise, com novas ideias, dinamismo e uma boa equipe”, ressaltou.

Portal no Ar

Quase 70% das estradas do RN estão em más condições, diz CNT

O Rio Grande do Norte tem 69,7% da malha viária com condições insatisfatórias de trânsito, segundo relatório da Confederação Nacional do Transporte (CNT). O levantamento aponta que o poder público necessita de R$ 524,33 milhões para as ações emergenciais de reconstrução e restauração de estradas.

O estudo da CNT analisou 1.856 Km de rodovias – federais e estaduais – do Rio Grande do Norte. Do total da malha viária potiguar, a CNT avaliou que 1,18 mil quilômetros apresentam desgastes, afundamentos, trincas ou estão destruídos.

A estrada em pior condição de trânsito é a rodovia federal BR-226, com 42 quilômetros, que recebeu a classifi cação de péssima em todos quesitos (Estado geral, pavimento, sinalização e geometria).

As duas rodovias com as melhores avaliações foram a BR-104 e BR304. As duas estradas receberam boas avaliações para a pavimentação.

De acordo com o estudo, são necessários R$ 524,33 milhões para as ações emergenciais de reconstrução e restauração das estradas potiguares. A CNT reforça a necessidade para obras de recuperação do asfalto, bem como melhoria da sinalização. Somente com a manutenção viária, o levantamento estima de R$ 229,77 milhões.

Agora RN

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Procuradora do RN diz que Bolsonaro representa “volta da ditadura”

A procuradora do estado Marjorie Madruga publicou em uma de suas redes sociais um texto onde se posiciona contra a candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro, do PSL. Na postagem, a procuradora declara que, nessas eleições, “o que está em jogo é se queremos a volta da ditadura ou a continuidade da democracia”.

No texto, que repercutiu e já foi compartilhado e replicado mais de 200 vezes, Marjorie Madruga afirma que como procuradora, nunca revelou seu voto ou manifestou publicamente apoio a nenhum partido ou candidato, mas que “calar-se neste momento sobre a candidatura de Bolsonaro e tudo que esta representa é violentar a inteireza de sua integridade e dignidade como pessoa humana”.

Ela também declara que “o desejo de ver o PT fora da cena política brasileira não pode fazer com que deixemos, indiretamente, que a ditadura reine neste país, sendo a intolerância irrestrita a rainha” e que “votar em Haddad não é ser petista, mas sim humano”.

O professor Carlos Alberto, do PSOL, candidato ao governo do RN no primeiro turno das eleições, comentou a publicação original e se disse “representado” pelas palavras das procuradora.

Agora RN

Ex-comandante da Polícia Militar é assaltado na cidade de Parnamirim

Cel. Marcondes Pinheiro diz que o aumento real foi de R$ 450
O atual secretário de Segurança, Defesa Social e Mobilidade Urbana de Parnamirim, Marcondes Pinheiro, foi vítima de assaltantes na manhã desta quinta-feira (18), em Parnamirim. O ex-comandante da Polícia Militar teve pertences roubados, mas não se feriu. Até o momento, ninguém foi preso.

De acordo com o coronel aposentado da PM, os bandidos o abordaram em Parnamirim no caminho que ele fazia para o trabalho. Armados, renderam o ex-comandante, levaram telefone celular, carteira e o carro, fugindo em seguida. "Como cidadão comum, estou também à mercê dos bandidos, assim como todos os brasileiros", lamentou Marcondes Pinheiro.


O ex-comandante da PM foi até a 1ª DP de Parnamirim, onde presta queixa sobre o caso. A Polícia já está atuando em busca dos criminosos e para recuperar os pertences roubados.

Tribuna do Norte

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Governo Federal reconhece situação de emergência em 147 municípios do RN

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O Ministério da Integração Nacional  reconheceu nesta quarta-feira, 17, em decorrência da seca, a situação de emergência em 147 municípios do Rio Grande do Norte.

A nova medida busca atender os municípios afetados pela estiagem que há sete anos é registrada no Rio Grande do Norte. O reconhecimento reduz a burocracia para assegurar o apoio complementar do Governo Federal.

De acordo com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sape), a seca prolongada causou R$ 4,3 bilhões em perdas financeiras à economia potiguar.

Segundo informações do Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn), dos 47 reservatórios hídricos potiguares 13 estão secos ou em volume morto.

Falta de recursos e burocracia paralisam 83 obras no Rio Grande do Norte

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Entre os anos de 2015 e 2018, o Rio Grande do Norte teve 83 obras paralisadas. O valor dos investimentos ultrapassa R$ 489 bilhões. Os dados são do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e mostram os valores das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

As obras estão divididas entre 38 cidades do Estado. A capital potiguar tem a maior quantidade de empreendimentos paralisados: são 25 obras de mobilidade urbana, saneamento e educação não concluídas. As paralisações foram motivadas pela falta de recursos, falhas nos projetos e problemas na documentação.

Entre a lista de empreendimentos paralisados, está a duplicação da Reta Tabajara (BR-304), que liga Natal à região Oeste do Estado. A obra foi paralisada após questionamentos do Tribunal de Contas da União. O orçamento inicial da obra foi de R$ 156,57 milhões, mas atualmente já chega a R$ 300 milhões.

A responsabilidade das obras se divide entre a União, o Estado e os municípios.

Os ministérios da Educação e o da Saúde são os que mais tem empreendimentos paralisados, tendo 43 e 14 obras paralisadas, respectivamente, aqui no Estado.

Agora RN

Lei que proíbe uso de canudos plásticos em estabelecimentos comerciais é sancionada

Sancionada pelo governador Robinson Faria, em uma publicação feita nesta quarta-feira, 17, no Diário Oficial do Estado, a lei que proíbe a utilização de canudos de plástico (exceto os biodegradáveis) em restaurantes, bares, quiosques, ambulantes, hotéis e similares em todo o território potiguar.

Os estabelecimentos comerciais têm um prazo de 180 dias para se adaptar à nova lei. No caso de descumprimento, os comerciantes serão multados de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.

De acordo com a nova lei, os comerciantes ficam autorizados a manter uma reserva de canudos plásticos individuais para uso específico de pessoas com deficiência.

Proerd pretende ampliar atendimento para nove mil alunos no início de 2019

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O Programa Educacional de Resistencia às Drogas (Proerd) pretende ampliar o atendimento para 9 mil alunos em 2019. O serviço promove em unidades de ensino do Rio Grande do Norte – sejam públicas ou privadas – cursos de prevenção contra o uso de drogas e de atos de violência em sala de aula.

O Proerd é gerenciado pela Polícia Militar no Rio Grande do Norte. Atualmente, o programa conta com 46 instrutores formados, todos policiais, mas a meta é agregar outros 30 até o próximo ano. “Vamos realizar novos cursos de formação para que mais policiais sejam capacitados para atender todo o RN”, declarou o coordenador do Proerd, o tenente Romão Inácio.

O programa vem implementando ações de prevenção ao uso de drogas desde 2002. Foram formados cerca de 500 mil jovens em vários municípios. O serviço atende 14 mil estudantes por ano em 400 escolas públicas e privadas. O curso é ministrado uma vez por semana na escola e, ao final, o aluno recebe certificação. “No início, eram 5 instrutores e 17 escolas. Desde 2010 foi possível alcançar um número maior de escolas e, durante este período, temos conseguido manter uma média de alunos atendidos por ano”, diz Romão.

Durante a semana, Natal sedia o Encontro Técnico – Pedagógico do Proerd, um encontro nacional que reúne as coordenações estaduais e pedagogos vinculados ao programa, de 21 Estados e o Distrito Federal. A cerimônia de abertura aconteceu nesta terça-feira, 16, e segue até a próxima quinta-feira, 18, na Escola de Governo, localizada no Centro Administrativo da cidade.

O evento tem como finalidade a interação das ações que estão sendo realizadas nos demais estado e alinhar o planejamento para a continuidade e fortalecimento do programa no país. “A polícia militar não atua só no aspecto repreensivo, mas na ação dentro da prevenção para garantir segurança maior no futuro”, destacou o tenente Romão.

O encontro também visa elaborar um documento referencial para que seja trabalhado em sala de aula pelo educador. O Cabo Barros explica que este é um documento para nortear o pedagogo. “Hoje não temos um documento referencial para atuação do pedagogo. E o programa precisa estar alinhado, principalmente, com a metodologia”, afirmou.

A coordenadora do programa no estado de Minas Gerais, major Ana Paula, declarou que o Proerd acompanha as evoluções de prevenção e mostra ao aluno novas perspectivas. “Hoje a gente não vai para sala de aula falar sobre droga, orientamos os jovens que eles tem poder para decidir o que querem na vida, através de ferramentas e habilidades que dispomos para que possam escolher o melhor”, frisou.

O estado de Minas também promove formação para os pais. “A gente sabe que os pais têm dificuldades de falar esse assunto com os filhos. Então, ensinamos técnicas e habilidades para eles poderem conversar sobre o assunto”, complementa a Major Ana Paula.

O representante do Rio Grande do Sul, Coronel Ricardo Hofman, destacou o curso como um sucesso. “Mais de um milhão de crianças foram formadas no Rio Grande do Sul e os benéficos são inúmeros. O programa é eficaz e tem trazido resultados positivos. Agora é intensificar os trabalhos e mudar a realidade social que vivemos”, finalizou.

Agora RN

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Ministro da Segurança defende importância da ressocialização de presos

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O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse hoje (16), que se o Estado não investir na ressocialização de presos, oferecendo a quem cumpre pena oportunidades de trabalho e estudo, continuará “simplesmente arregimentando soldados paras as facções criminosas”.

Segundo o ministro, cerca de 85% dos apenados não trabalham porque “não há investimentos” públicos para permitir que os presos se ocupem. “Grande parte do sistema prisional [sob responsabilidade dos estados] é um depósito de presos”, disse Jungmann, destacando que o trabalho não só tiraria os detentos da ociosidade como lhes permitiria ter uma fonte de renda. “Para a segurança pública, isso seria muito importante pois, tendo alguma renda, o preso ficaria menos deapendente das facções criminosas”.

Jungmann também defendeu a importância da aplicação de penas alternativas para punir os crimes de menor potencial ofensivo. Segundo o ministro, a população carcerária brasileira, que ultrapassa 720 mil apenados, vem crescendo cerca de 8% ao ano. Jungmann disse que esse ritmo, se mantido, vai levar a uma situação muito mais insustentável do que já é hoje.

“A responsabilidade da sociedade não acaba quando colocamos alguém para dentro do sistema prisional. Pagaremos um alto custo social se não atentarmos para a necessidade dos presos trabalharem, terem renda e estudarem; para a importância da ressocialização e para [o fato de que] os que aqui entram um dia voltarão às ruas”, disse Jungmann, sustentando que, devido ao sentimento de vulnerabilidade, a população espera que o Estado prenda mais e mais gente.

“O desejo oculto, que não pode ser satisfeito [devido ao impedimento constitucional], é a pena de morte. Então, ninguém quer olhar para dentro do sistema prisional, que não é uma prioridade, não dá votos e, evidentemente, fica nas sombras”, disse Jungmann ao participar da cerimônia de inauguração da Penitenciária Federal de Brasília – a quinta unidade federal de segurança máxima a funcionar no país.

O ministro explicou que com um crescimento da população carcerária de 8,3% ao ano, em 2025, o país deve ter 1,471 milhão de presos. “Entre novas unidades, manutenção e tudo mais, [isso custa] alguma coisa entre R$ 60 bilhões e R$ 80 bilhões. Não há como você acomodar isso orçamentária e fisicamente [à realidade]”, disse o ministro.

Ainda de acordo com Jungmann, há, atualmente, 564 mil mandados de prisão em aberto que se forem cumpridos integralmente exigirão a construção de, ao menos, mais 460 unidades prisionais.

Agência Brasil