
O evento marcou o lançamento da campanha “Doe órgãos. Salve vidas”, que visa conscientizar a população sobre a importância de doar órgãos. Segundo a Central de Transplantes, mais de 40% das famílias de potenciais doadores de órgãos se recusa a liberar os procedimentos para que os órgãos salvem outra vida.
“A principal causa apontada de recusa das famílias à doação é o desconhecimento em vida do desejo de doar seus órgãos por parte do falecido, bem como outros fatores culturais, religiosos. Para rever essa realidade, são necessários apenas dois passos. O primeiro passo é, seja um doador. O segundo, avise a sua família”, explica a coordenadora.
No primeiro quadrimestre de 2017 foram feitos 100 transplantes, superando os 65 procedimentos registrados pelo estado no mesmo período do ano passado. Atualmente, transplantes de rim e córnea são feitos em unidades potiguares. Até o ano passado também se transplantava medula óssea.
Com informações do G1/RN
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