sábado, 5 de agosto de 2017

Defensora dos Direitos Humanos que acolheu ex-presidiário é estuprada e morta

Uma mulher que era defensora dos direitos humanos, ajudou um ex presidiário, o abrigou e inclusive o ensinava a ler e escrever, no entanto, a retribuição que este homem deu a jovem foi a morte. Informações confirmaram estupro na jovem voluntária, o corpo teria sido encontrado despido e acorrentado em uma cama.

A despedida da família do corpo aconteceu no dia 15 sob forte comoção de amigos e familiares, todos estavam profundamente inconformados, inclusive os Pastores de uma Igreja Adventista que a vítima costumava frequentar. “Com o coração quebrado, a gente nem sabe como está respirando. É muita tristeza.

Quando alguém está doente a gente até espera algum desfecho ruim e prepara o coração, mas em um caso como este o que nos choca são as circunstâncias do fato, o que torna a situação milesimalmente mais dolorida”, disse uma tia da voluntária.

Simone de Moura Facine teria ido a uma chácara alfabetizar e dar aula de ensino religioso a um ex presidiário, muito dedicada e prestativa a Coordenadora do Projeto disse que Simone já fazia este tipo de trabalho a cerca de três anos, “Ela sempre se propôs a fazer atividades que nem eram próprias da função.

Ela sempre ajudou em muita coisa, sempre por iniciativa própria. Era uma pessoa muito boa e amorosa, sorridente e fazendo o seu melhor. Ficamos muito chocados e ainda é difícil acreditar o que aconteceu.”

A coordenadora do projeto social em que Simone trabalhava, contou como era o comportamento de Simone, “Ela sempre se propôs a fazer atividades que nem eram próprias da função. Ela sempre ajudou em muita coisa, sempre por iniciativa própria. Era uma pessoa muito boa e amorosa, sorridente e fazendo o seu melhor. Ficamos muito chocados e ainda é difícil acreditar o que aconteceu.”

Não se sabe ainda se o autor do crime foi preso, investigações confirmaram que dois dos moradores da chácara já tinham passagem por estupro, Simone foi encontrada acorrentada com cadeados presos, seminua e com sangramento na cabeça ocasionado por uma marretada. Infelizmente a jovem deixa um filho órfão, a moça era casada.

3 comentários:

  1. É isso que dá defender vagabundo, sentiu na pele o que muitas moças e famílias sentiram por causa do próprio incentivo dos DH.

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  2. Já acho que ela pagou por realmente acreditar na recuperação. Tive muita dó. Tudo que ela fez foi ajudar. O problema estava nele, não nela. Ele não merecia ajuda. Ela só não entendeu isso.

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  3. Concordo com o comentário do Márcio.e na minha opinião lugar de estupradores é na cadeia e de preferência castrados .Mas invés disso estavam em uma chácara recebendo ajuda dos direitos humanos

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