
Aos 13 anos, Phillip se inscreveu como 'treineiro' e conseguiu acertar mais da metade das questões no primeiro dia de provas, embora ainda não tenha visto grande parte dos conteúdos cobrados. A ideia partiu dele mesmo, quando ainda era mais novo, mas somente em 2017 seus pais permitiram que ele tentasse fazer a prova. "Desde os meus 10 anos, eu vinha pedindo pra fazer. Mas eles não queriam, porque achavam que eu ia chegar na prova, não ia me dar bem e iria me frustrar. Eu sou muito competitivo", diz o garoto.
Neste ano, ao ver a notícia sobre a abertura das inscrições, ele entrou no site e realizou o cadastro sozinho, levando o boleto ao pai, que o surpreendeu com o pagamento. "Eu não esperava", diz o menino.

O objetivo dele era conhecer a prova e "desenvolver uma técnica", mas Phillip já estabeleceu algumas metas: quer fazer o Enem pelos próximos quatro anos, melhorar o desempenho a cada nova edição e se preparar para disputar uma vaga de Medicina na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). "Quero ver meu avanço a cada ano e observar onde estou errando", revela.
Mas o sonho pode se transformar em algo ainda maior, como estudar na famosa universidade de Havard, nos Estados Unidos. A tia dele, que é médica urologista, é uma das principais incentivadoras nesse sentido. Continue lendo...
Com informações do G1/RN
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