
Afastado por ordem da Justiça do Rio Grande do Norte, Raniere Barbosa é investigado por supostos crimes na Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), referente à Operação Cidade Luz. O parlamentar tentava voltar ao Legislativo e impetrou recursos argumentando que não havia relação entre os supostos crimes praticados e o atual mandato do vereador, além de que ainda não havia condenação contra ele. O entendimento foi acatado na Corte.
Após rejeição dos argumentos no Tribunal de Justiça, o Ministério Público Federal opinou favoravelmente a Raniere Barbosa e o relator, ministro Reinaldo Fonseca, votou favoravelmente ao retorno do parlamentar. O entendimento foi acompanhado à unanimidade pelos demais ministros, que determinaram o retorno imediato de Raniere ao Legislativo.
"Recebemos com muita tranquilidade e também com felicidade o deferimento da tese da defesa. De fato, não havia contemporaneidade e relação do mandato com supostas atitudes ilícitas. Todos podem ser investigados, mas não se pode transformar uma investigação em antecipação de pena", disse o advogado Kennedy Diógenes, que atua na defesa de Raniere Barbosa.
Apesar do retorno imediato, a volta de Raniere à Presidência da CMN só ocorrerá no dia 22 de novembro. O tempo, segundo a defesa de Raniere, foi concedido para que ocorra a transição da gestão de Ney Lopes Júnior (PSD). O acórdão da decisão do STJ ainda não foi publicado.
Apesar do retorno imediato, a volta de Raniere à Presidência da CMN só ocorrerá no dia 22 de novembro. O tempo, segundo a defesa de Raniere, foi concedido para que ocorra a transição da gestão de Ney Lopes Júnior (PSD). O acórdão da decisão do STJ ainda não foi publicado.
Tribuna do Norte
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