O antigo prédio da Secretaria Municipal de Tributação de Natal (Semut), desocupado desde que as atividades da pasta foram remanejadas para o edifício novo localizado na Rua Açu, bairro do Tirol, continua sem nenhuma ocupação efetiva, a não ser pela presença da vigilância 24h implantada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), proprietária do equipamento, cuja finalidade é evitar invasões por parte de moradores de rua e usuários de drogas.
Situado numa região valorizada da capital potiguar (nas proximidades do Palácio Felipe Camarão, que abriga as atividades da Prefeitura do Natal), o prédio público, hoje bastante deteriorado, possui, no entanto, um orçamento assegurado de R$ 3,2 milhões para sua restauração. A verba é do Ministério do Planejamento, por meio do PAC Cidades Históricas, mas até o momento não foi aplicada pelo fato de que a licitação para elaboração do projeto de restauração ainda está em fase de andamento, sem que nenhuma empresa tenha conseguido ganhá-la.
A situação do equipamento localizado em Cidade Alta, segundo a UFRN, é bastante parecida com a do prédio que abrigou a antiga Faculdade de Direito de Natal (na semana passada, o Agora RN também publicou reportagem retratando o estado deste imóvel). A diferença, no entanto, é que neste caso a Universidade não trabalha com a chance de conquistar a dispensa da licitação do projeto, algo que vem sendo tentado no prédio da Ribeira pelo fato de outras duas tentativas terem dado desertas.
Vale lembrar que, além dos imóveis citados nesta matéria (ambos de propriedade da UFRN), outros oito equipamentos públicos que possuem recursos assegurados para a conquista de suas melhorias estruturais também fazem parte da iniciativa do Governo Federal. As responsabilidades das execuções dos projetos, no entanto, se dividem entre a própria Universidade, o Município de Natal, o Instituto de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural do RN (Iphan) e o Estado do Rio Grande do Norte, seguindo a ordem de competência de cada um.
Situado numa região valorizada da capital potiguar (nas proximidades do Palácio Felipe Camarão, que abriga as atividades da Prefeitura do Natal), o prédio público, hoje bastante deteriorado, possui, no entanto, um orçamento assegurado de R$ 3,2 milhões para sua restauração. A verba é do Ministério do Planejamento, por meio do PAC Cidades Históricas, mas até o momento não foi aplicada pelo fato de que a licitação para elaboração do projeto de restauração ainda está em fase de andamento, sem que nenhuma empresa tenha conseguido ganhá-la.
A situação do equipamento localizado em Cidade Alta, segundo a UFRN, é bastante parecida com a do prédio que abrigou a antiga Faculdade de Direito de Natal (na semana passada, o Agora RN também publicou reportagem retratando o estado deste imóvel). A diferença, no entanto, é que neste caso a Universidade não trabalha com a chance de conquistar a dispensa da licitação do projeto, algo que vem sendo tentado no prédio da Ribeira pelo fato de outras duas tentativas terem dado desertas.
Ao todo, serão R$ 43,5 milhões investidos em Natal. O prédio da Semut, como já informado, custará R$ 3,2 milhões. Já o da antiga Faculdade de Direito, R$ 2,6 milhões. Além deles, estão inclusas as obras de reabilitação do antigo Hotel Central e as de reestruturação da Casa do Patrimônio, das praças do Centro Histórico, dos Casarões da Escola de Danças do TAM e do Arquivo Arquidiocesano, do Forte dos Reis Magos, do Palácio Felipe Camarão e do Teatro Alberto Maranhão. A restauração da Escola de Danças é a mais cara, custando R$ 11 mi.
Agora RN
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