

A paralisação se dá contra a votação da Reforma da Previdência, que está prevista, segundo anúncio do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), para começar a ser discutida na terça-feira, 20, mesmo sem conseguir reunir votos mínimos necessários para sua aprovação.
Segundo um edital publicado pelo Sindicato, há garantia da frota emergencial, de 30% dos coletivos, circularem nas ruas.
Agora RN
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