Em abril, Galeno Torquato foi procurado pelo G1 e disse que, durante sua vida pública, jamais foi condenado por qualquer ato de improbidade administrativa. Desta vez o deputado ainda não se pronunciou.
Na decisão de agora, para a juíza de Direito de São Miguel, Erika Souza Corrêa Oliveira, na ação “está demonstrada de forma clara e esmiuçada que os réus causaram dano ao erário”. O bloqueio, segundo a magistrada, é uma medida preventiva para garantir, ao final do processo, a possibilidade de ressarcimento ao erário.
De acordo com o Ministério Público, os ilícitos teriam sido cometidos no município de São Miguel em 2009, quando o acusado exerceu cargo de prefeito. A improbidade se caracterizou pelo fracionamento de licitação. Ainda segundo o MP, foram dois contratos realizados por meio da modalidade de “Convite”, sob a alegação de que se tratavam de objetos diferentes.
Com informações do G1/RN
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