
Dona Odeiza Nunes é dona de casa e não utiliza o fogão a gás há quatro meses. Sem dinheiro para comprar o botijão de gás, ela recorreu ao uso do fogão a lenha. "O botijão está caro, nós não temos condições de comprar esse gás que está aumentando todo mês", diz dona Odeiza.

O presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Rio Grande do Norte, Francisco Correia, diz que o reajuste é abusivo, e que o repasse ao consumidor é inevitável. "Não houve nenhum aumento de petróleo ou derivados, o único aumento que houve foi o de lucro da Petrobras. Ela pegou o preço do internacional e do Brasil, e existiu uma defasagem, então todo mês o preço do gás sobe" explica Francisco Correia.
Alta de mais de 15% no acumulado no ano
No ano, o preço médio do gás de cozinha no país acumula alta de 15,58%, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). Pela nova política de preços adotada pela Petrobras desde junho, o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) passou a ser revisado todos os meses.
Desde junho, a Petrobras já anunciou cinco aumentos e uma redução para o gás de cozinha.
Com informações do G1/RN
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