Guilherme cumpria pena no Pavilhão 4 de Alcaçuz. A família acreditava que ele tinha sido morto durante o massacre, mas precisava que o Estado confirmasse o fato.
Na época do massacre, um colega de cela de Guilherme ligou para a família de dentro da penitenciária e disse que tinham matado ele. Na ocasião, o pai do ex-lutador não conseguiu reconhecer o filho em meio aos mortos.
Dos 26 corpos tirados da penitenciária, 15 estavam decapitados. Outros foram encontrados esquartejados e quatro estavam inteiramente carbonizados. Foi preciso recolher material genético para identificação por meio de exames de DNA.
Um corpo que ainda não foi identificado e não foi reivindicado por nenhuma família foi sepultado como indigente. Se alguma família procurar o Estado, poderá realizar exames de DNA para descobrir se a vítima é ou não um familiar.
Com informações do G1/RN
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