
A situação causa indignação à população de Itaú na medida em que um vereador, representante do povo e que deveria ser exemplo de honestidade, transparência e moralidade, permite que em sua casa entre um benefício que, declaradamente, é destinado para as famílias verdadeiramente pobres.
O Ministério Público Federal já está de posse de informações e documentos, apurando os fatos para oferecer denúncia que vai versar peculato e falsidade ideológica, por haver suspeitas de falsificação de dados no Cadastro Único do programa federal.

No caso do vereador Gildo Pinheiro a situação se agrava, pois trata-se de crime cometido por agente público e contra o patrimônio público, ferindo também o instituto da economia popular, assistência social ou beneficência, o que aumentaria a pena em mais um terço. Na área civil, o vereador pode perder o mandato, ter direitos políticos suspensos, bloqueio de bens (reparação financeira) e proibição de contratar com o serviço público. Cíntia Gabriela Rezende Maia, mulher do vereador Gildo Pinheiro, responderá solidariamente pelos crimes.
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